NY NY…
23/08/2008
Ir para NY foi um alívio para a minha partida. Ficando aqui eu teria mais dias para lidar com malas, despedidas e faltas. E também tempo em excesso para avaliar meu romance inexistente mas que finalmente não é platônico – e nem assim mais real.
Em NY eu fiquei com a Margot, definitivamente a minha melhor amiga por essas bandas gringas. É com quem eu mais combino, quem eu mais amo. A Margot foi embora de DC no final de maio e deixou um buraco enorme na minha vida, um buraco que eu nem sabia que existia até estar com ela. Foi na casa da Margot que eu passei o natal ano passado. Foi com a Margot que eu fiz tudo no ano passado. E eu tive hoje que dizer tchau pra Margot. It sucks.
Pelo menos eu sei que a Margot não se encaixa na categoria “gente que eu tenho medo de perder”. Tem gente que eu sei que depois que eu for embora pode ser que o contato se expire com o tempo… mas eu e a Margot somos eternas. E fomos eternas em NY.
A primeira vez que eu fui em NY foi com ela, e a ultima, essa, também. Agora a Margot mora lá, em um apartamento enome que os pais dela compraram no Chelsea. Ela entrou em um programa do governo americano que se chama Teach for the the America e vai dar aula no Bronx para crianças bilingues.
A gente foi na ONU, assistiu Hairspray na Broadway, viu uma exposição do Dali no MOMA e leu revista de fofocas no Central Park. A gente gastou horrores com comida e bebida, mas tudo bem, já que era a última vez. Eu não sei quando eu vou ver a Margot de novo. E nem quando eu vou ver NY de novo.
Eu adoro NY, mas a Margot eu amo mesmo.
Melhor que a Times Square (e olha que a Times Square e as suas luzes me fazem feliz pra caramba), é a Margot. E vou logo dizer ela é melhor que NY mesmo.
Vou sentir saudades. :~~~~