Mas o tempo vem

Não entrei 2009 em estado de contemplação. Não olhei pro mar, ou mesmo para o céu, e fiz pedidos, promessas e pensei em pessoas queridas. Nada disso. É como se 2009 tivese me pego de surpresa e no meio de uma conversa, descobrisse que o ano passou e olha, estão me avisando com fogos. Abraços, beijinhos, desejos de felicidade, mas tudo meio da boca pra fora. Não foi uma passagem de ano sublime, não foi.

Depois tocou o electro, depois a gente bebeu mais, a gente dançou, ela caiu no chão e fim de noite. Dependendo das minhas primeiras horas de 2009, vômito no pé e carregar bêbada para todos os lados. Mas ai já era 2009. Sem promessas. Sem resoluções, mesmo as brinks.

E ai, na falta de resoluções para o ano que segue, renovo algumas das feitas com base em muito rum, em 2007:
“a historical histerical part of our wishes for the next year: we promisse very much and with our entire hearts
– to work hard and do our best to achieve our dreams
– to have dreams and never let the boring life dominate you
– we will look out for each other even if we are far away from each other”

A última era “we will not drink a bottle of rum and make resolutions of new year’s eve.” Ao menos eu cumpri minhas promessas.

 

Ou parte delas.

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