tirou meu ar – e ficar sem respirar, eu não posso.

Te prometer que ficaria tudo normal foi uma das coisas mais idiotas que eu já fiz. Não sei qual sentimento sobre-humano me dominou ao fazê-lo, mas sei que estou penando para cumpri-lo. Não gosto das coisas iguais a antes, simplesmente porque o igual a antes ser mais cego do que agora. Agora você já sabe como eu me sinto, e no antes, meus sentimentos não tinham relevância porque eram desconhecidos. Agora, eu já sei o que você me disse, e no antes, era tudo uma dúvida, mas que tinha a oportunidade do sim. Ou seja, antes não tinha problema você não se importar com o que eu sentia, por que você não sabia. Antes não tinha importância a minha confusão, por que era indefinida.

O que eu sei é que se eu for diferente você vai achar ruim, mas você sendo igual, ah. Eu acho péssimo.

Com mais essa promessa do rol das “promessas idiotas”, aprendendo a viver, vou. Lidando sozinha, com meus sentimentos, por que você se vê mas não me vê. Você só precisa de mim porque… fico tentando enteder o por quê.  As coisas continuam a iguais a antes, você nao se importa e eu estou confusa. Só que existe mais informação.

E no final eu fico com aquela frase bonita e verdadeira da Adélia Prado “As palavras só contam o que se sabe”. E eu vou ver o que a ação e as interações me dizem. Esses atos de coragem cansam, às vezes. Me sinto frágil, às vezes. Mas sei lá, preciso dar a cara a tapa.

Não sei se compensa, sabia. Não sei.

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