And again and again

When I have nothing to do
I remember you

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It’s heaven while you’re not doin’ it

Desde que eu me entendo por gente, o que vamos combinar, não faz tanto tempo assim, nunca tive que dar muitas explicações. Faço as coisas porque quero, tudo direcionado pela vontade própria e o conceito básico de “ser dona do meu próprio nariz”. Considerando que moro com a minha mãe, devo explicações, talvez, a ela, e olhe lá. Mas a minha mãe não é dessas e me criou pra ser livre. E livre sou.

Ela me cobra empenho, cobra cuidado e faz essas coisas de mãe, mas não, nunca, jamais, de maneira alguma, me pede explicações. E eis que quando a minha tia aparece aqui, ela acha que pode suprir essa área da minha vida… desde sempre, me questionando quantos as minhas decisões: o quêeee? Vai fazer Relações Internacionais? O quêeee? Não quer ser diplomata? O quêeeee? Não quer morar em Brasília? O quêeeee? Vai pra São Paulo?

Ela chegou, hoje, ao cúuuumulo de me perguntar quanto dinheiro eu tenho guardado, onde eu vou morar, quem vai pra São Paulo comigo, como eu conheci a TT, se eu vou por causa de homem. E depois me disse que eu ainda vou sofrer muito porque não aceito os conselhos de gente mais velha e vivida e que tenho sonhos demais.

Ah, pra ela eu devia fazer concurso (oh really?) e ficar aqui em BH. Por ela eu tinha feito direito e hoje era diplomata, morando em Brasília e sendo tudo menos eu.

Oi, eu quero viver… sem a sua intervenção, grata.

The kind, the kind that babes should never go for

Sou daquelas que guarda mágoa. Não que isso seja algo bom, claramente não é. Carregar sempre algo ruim dentro de você não serve de muito, só incomoda. Mas o que se há de fazer quando sou assim. Posso até perdoar, posso até esquecer. Mas nunca, nunca, certas coisas vão sair de mim. E, às vezes, se elas doem muito, eu vou me afastando, sem nem verem, só pra me proteger. Porque se me machucou, de caso pensando, uma vez, pra repetir não custa nada.

Perdoei as coisas mais insanas, as pisadas na bola mais imbecis, os momentos de maior raiva. Mas me machucar, querendo me machucar, não vou esquecer. E você pode ter se desculpado. Pode ter dito que vai mudar. Pouco me importa. Sou daquelas que guarda mágoa.

I’ll believe it all there’s nothing I won’t understand

Ok, eu sou completamente retardada e e sem nada pra fazer, então estou me propondo a fazer um teste.

Faz tempo que a TT me explicou o conceito de “gatinha mistério”, que é meio se fazer de misteriosa e difícil pra deixar o outrém com vontade de quero mais. Na minha maior preguiça, eu vou fazer isso com alguém que já está waaaay to used a minha presença, só pra comprovar a eficácia, ou não. Em 7 dias, eu vou:

– limitar as conversas à 10 minutos, sem contar muito.

– não responder sms e, muito menos, enviar.

– tentar ser misteriosa =p (tendo em vista esse blog vida-aberta: MASTER FAIL).

OK, and let the game begin!

– Abraça tua loucura antes que seja tarde demais.

Basta entrar na estrada e ela vira uma pessoa diferente. Coloca a música que mais gosta, abre a janela do carro e pensa com um sorriso indisfarçado: ‘Estou deixando pra trás aquela outra’.

Ela tem que aceitar e até mesmo incentivar que eu pegue essa estrada e a deixe de lado, que eu faça iso sem culpa, que eu faça isso por ela.
Eu, a garota dentre dela.

Martha Medeiros.

Falta entender o que me faz pensar

Então, enquanto a gente tomava um café e eu explicava, enfurecida, porque tinha brigado com ele, mais uma vez, ela me explicou que f54“você sabe que você só tava procurando um bode expiatório e sempre é ele né?”. Hmmm. E isso foi ontem ou segunda? E hoje é quarta? E o que eu fiz ontem?

De repente eu realmente me pego perdida no tempo e no espaço. Planos, where did you go?

[não é possível que uma bolsa roubada tenha me deixado tão sem chão assim]