It’s heaven while you’re not doin’ it

Desde que eu me entendo por gente, o que vamos combinar, não faz tanto tempo assim, nunca tive que dar muitas explicações. Faço as coisas porque quero, tudo direcionado pela vontade própria e o conceito básico de “ser dona do meu próprio nariz”. Considerando que moro com a minha mãe, devo explicações, talvez, a ela, e olhe lá. Mas a minha mãe não é dessas e me criou pra ser livre. E livre sou.

Ela me cobra empenho, cobra cuidado e faz essas coisas de mãe, mas não, nunca, jamais, de maneira alguma, me pede explicações. E eis que quando a minha tia aparece aqui, ela acha que pode suprir essa área da minha vida… desde sempre, me questionando quantos as minhas decisões: o quêeee? Vai fazer Relações Internacionais? O quêeee? Não quer ser diplomata? O quêeeee? Não quer morar em Brasília? O quêeeee? Vai pra São Paulo?

Ela chegou, hoje, ao cúuuumulo de me perguntar quanto dinheiro eu tenho guardado, onde eu vou morar, quem vai pra São Paulo comigo, como eu conheci a TT, se eu vou por causa de homem. E depois me disse que eu ainda vou sofrer muito porque não aceito os conselhos de gente mais velha e vivida e que tenho sonhos demais.

Ah, pra ela eu devia fazer concurso (oh really?) e ficar aqui em BH. Por ela eu tinha feito direito e hoje era diplomata, morando em Brasília e sendo tudo menos eu.

Oi, eu quero viver… sem a sua intervenção, grata.

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