Botei esse cartaz, mas a gente não cai não.

Era uma vez eu. E eu era uma pessoa muito negativa, sempre antecipando tudo que poderia errado, que daí, na hora do tombo, a queda até podia não ser menor, mas era ao menos antecipada. Eu vivia assim, muito negativamente, até que um belo dia me xingaram por isso.

Ok. Daí eu comecei a parar de reclamar. Apesar da não mudar o comportamento interno, é inegável que eu me tornei muito mais agradável. Esse blog não vale como parâmetro porque ele é um veículo externo do eu interno. ;p

Enfim, apesar de eu não ficar de choramingos mais, o negativismo continuou forte. Eu mantive a posição de antecipar as frustrações, mas conseguindo fazer isso com a agradável característica de não ser mais reclamona. Mas daí um dia, em uma simples conversa sobre uma viagem, me xingaram de novo. O negativismo, sem ser por reclamação, contaminava a minha fala.

Daí eu aceitei o rótulo de Alice, a trágica.

Alice, a trágica.

[Nesse conto-de-fadas, só existe a vilã com vocação de mocinha.]

E vivamos assim.

*eu vou tentar mudar, mas é difícil modificar toda uma filosofia de vida. :p

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