He ought not. He does not.

Acabei de ler Persuasão, da Jane Austen. Esses romances ingleses do séc. XIX sempre me arrebatam de uma maneira tão doce que eu fico meio apaixonada, boba-alegre, por dias e nem é comigo.

Acho que o mais bonito nos livros da Austen é que todo mundo tem falhas, todo mundo tem orgulho, todo mundo tem preconceito, todo mundo é sensível, todo mundo tira conclusões precipitadas e leva tudo pro pessoal… todo mundo é imperfeito, assim como as pessoas realmente o são. E ainda assim no final se supera tudo pra ficar um amor tão bonito, tão sublime.

A última linha do penúltimo capítulo de Persuasão diz tudo, “tenho de suportar a idéia de ser mais feliz do que mereço”. Ai meu coração.

Não posso nem negar que meus ideais românticos foram formados por romances assim. E a conclusão é só uma… JANE AUSTEN, VOCÊ ESTRAGOU TUDO!

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