no reason to stay is a good reason to go

“Você é muito permissiva nos seus relacionamentos, por que você deixa as pessoas te tratarem assim?”, ela me perguntou depois de um ano de terapia. E eu fico meio embasbacada, porque como eu AINDA sou assim? Antes eu tinha uma necessidade meio surreal de que as pessoas gostassem de mim, me aceitassem, vissem minhas qualidades. Mas eu parei com isso, eu juro.

Parei porque cada dia percebo mais que preciso menos de gente que um dia eu considerei essencial. Parei que percebi que, se tem gente que não se esforça para me entender, porque eu tenho que dar um órgão vital do meu corpo pra conseguir aceitar o outro?

E sabe, cada vez que permiti essa auto-tortura por alguém, foi para posteriormente ficar com um “trouxa” escrito na texta, em todas as nuances. Nenhuma dessas relações em que eu fui permissiva valeram a pena, pelo menos o exemplo comprovou até agora. Puro empírismo.

Decreto aqui o fim da permissividade.

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