segue uma lista feita de cabeça e sem…

pensar muito dos lugares onde as pessoas que eu sinto mais saudades estão:

*em ordem de saudades que eu sinto agora (09:03, sábado, 9 de abril de 2011)

– Bogotá, Colômbia.
– São Francisco, Califórnia, Eua.
– Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.
– Nova York, Nova York, Eua.
– coisa de 5 quarteirões da minha casa, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
– Hellsink, Filândia.
– Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.
– algum lugar bizarro da Bolívia, Bolívia.
– Coimbra, Portugal.
– Londres, Inglaterra.
– Washington DC, EUA.

09:09.

tem alguém pensando em mim.
ou eu só vou aproveitar to wish really hard on those people.

Você sabe bem onde fica toda dor, morena.

ai você tá lá de boa pensando que a sua terapia tá funcionando super bem e que hoje você é uma pessoa melhor, mais equilibrada, etc e talzes. você vira pra suas amigas e manda galere fazer terapia, porque vou te contar, é de Deus. você inclusive dá o telefone da sua terapeuta pra uma amiga.

de repente você tá lá na sessão, ela toca uns mantras indianos, faz você pensar no seu último ano, na sua evolução, manda você fazer uns desenhos. ai você desenha suas futuras tatuagens, que são seus presentes pra sua evolução, conta para psicóloga da música do camelo do post abaixo, ela manda uma que você tá sempre buscando liberdade e diz:

e se a gente, ao invés de se encontrar semanalmente, se ver de 15 em 15 dias? acho que você tá dando conta de andar sozinha.

Q.

ai eu já tô em fevereiro/março do ano passado achando que dou conta não.

mentira. tô mais tranquila, tô satisfeita comigo, tô fazendo meu melhor. tô confiando. TÔ CONFIANDO EM MIM, GENTE.
MILAGRE OU O Q.

porra, se tratem.

coming to my world

tem vez que eu acho esse blog todo muito genial – egolatria (aposto que herdada do meu pai, oi) – e tenho vontade de colocar o link dele por ai pra geral ler e ver como eu sou inteligente. daí eu me dou conta que tudo aqui é loser  – o nome é “sente o drama”, devido a minha enorme capacidade de contar tudo pior do que realmente é – e que todos vão ver que na verdade eu sou digna de dó. dó não pela minha vida em si, mas em como eu dramatizo e sofro maria-do-bairromente por ela.

finalmente eu mando um foda-se e digo, sou assim mesmo, genial e loser. e nem tão mais loser assim porque achei em mim uma ~vontade~ (pode chamar de tratamento psicológico também) enorme de melhorar. mas ai eu lembro também que tem muita coisa exposta aqui. muito amor mal amado e coisas que é só ligar dois pontos pra ver uma reta e saber de quem eu estou falando. e que, às vezes, eu ainda me importo.

então fiquemos escondidinhos.

eu e todos vocês quem vem cá e fingem que não vem, ou acham no google e lêem porque… porque mesmo? enfim. it’s hard to be ignored.

ao mesmo tempo, o google me dá vontade de apagar todos os posts que têm muitas visitas. me irrita que pessoas queiram saber o que levar na mala em julho pro chile (É INVERNO, PORRA), procurem coisas fofinhas (sendo que é um post decepcionante, em que eu falo de um diplomata que fazia origami) e todas as buscas pela tati bernardi (cara, ela tem um site próprio com TODOS os textos dela). só aceito bem as visitas procurando morangos mofados, mesmo porquê, o texto é lindo, o caio é foda e o que tá aqui não é integral, mas tem link pra ele inteiro.

ah, e parem de copiar minhas futuras tatuagens. HMPFT.

by the way, tô doente e mal humorada. nem ouvir minha melhor mixlist tá me ajudando.

me dá colo?