“Sunshine, we all see the same sky, looking, learning, asking the same ‘why?'”

Meu amor por você é tão grande, que eu queria ser-lhe perfeita. Sendo que a perfeição é inatingível, aceitava, sei lá, que apenas nunca tivesse te magoado de verdade. Queria que na nossa história não houvesse nenhum “pára. Você acha que nesse assunto tá tudo bem, mas não está”. E mesmo sendo tão passado, é não superado. Fica como tabu, ali intangível, intocado, longe. E não importa o que eu fizer, não tem como mudar o que pra mim era certo e descobri, tanto tempo pra depois, que pra você foi errado.

Meu medo dessas coisas é que um dia elas se somem. Não de sumir (como eu queria que sumissem), mas de somar. Coisas não resolvidas um dia, somadas, explodem. Um dia elas vão se juntando, pequenininhas, uma depois da outra, e se tornam um monstro enorme que ameaça o equilíbrio semi-perfeito entre as pessoas e nem a boa intenção de todo o amor compensa o erro do passado.

Por favor, falemos dos nossos problemas. Porque eu prefiro me desculpar mil vezes do que saber que você sofreu por algo que no final não valeu a pena, nem pra mim e nem pra ninguém.

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