She needs all the help she can get!

Quando você tá começando a desenvolver uma crush tão desenvolvida que ao te avisarem sobre um compromisso em que você vai ter que faltar outro – outro em que você veria ELE – você fica muito PUTA.

e não querendo ser copiona, mas sendo, altíssimo grau de identificação e paixão por essa música que vi lá na May!

~~ ~ If he gave me a sign I’d think about it for a week~ ~~

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misses

a-d-o-r-o concurso de miss.

não. não acho que é a objetificação da mulher e futilidade mimimi. a vida tá ai cheia de playboy, vip, novela com mulher gostosa pra cumprir essa função. miss é muito mais que só beleza. é divertido. tem momentos embaraçosos. tem vestidos engraçados. tem vestidos bonitos também. tem coreografias bizarras, tem muita vergonha alheia. concurso de miss desperta também o nacionalismo. tem desfile de traje típico, tem plástica, tem nariz mal feito. tem a parte das perguntas (favorita *-*).

e mais que isso, concurso de miss é algo que eu assisto desde a mais tenra idade, sempre acompanhada da minha irmã. a gente aposta, faz lista de favoritas, deixa de sair pra ver.

sim, eu tô empolgada pro miss universo dia 12 de setembro.

\o/

 

ps: e esse é mais um post que eu postaria no twitter sem tal prolixidade.

La falta que me haces

Primeira conseqüência do twitter deletado é o inchaço do blog.  Tudo que eu quero escrever, mas quero muito escrever, mas quero muito mesmo… acaba vindo aqui. Aham. É necessário eu informar ao mundo da minha atual paixão por cabelos ruivos com franjões. É importante eu contar pra todo mundo da minha agressividade latente. Assim como é SUPER mais que essencial eu falar do fim do meu orkut e das comunidades de futebol. INFELIZMENTE, sou desse tipo que se divide.

Enfim, a coisa necessária-importante-essencial do momento é gente que transfere pra si a intimidade de outro. Exemplo: tinha um porteiro aqui no prédio por aaaaanos. Daí quando eu comecei o kickboxing a gente batia altos papos, sempre MUY ENTRETENIDOS e com aquela familiaridade de quem te viu entrar e sair do prédio por anos. O cara novo fez um estágio monitorado com ele (porque é uma arte incrível essa de atender interfone e lidar com o prédio – e de fato o é, maluco, tenho cada vizinho que é daqui pro hospício pra aqüentar) e observou nossa dinâmica. Não sei se ele achou que fosse parte do trabalho, mas eis que toda terça e quinta vem piadinha na saída e piadinha na volta pro kickboxing.

AMIGO, NÃO.

Fica meu manifesto contra a forçação de amizade.

rolling in the deep

Se eu pudesse, meu dinheiro desse e mais que isso, minha cor de pele e tendência do cabelo permitissem, era agora ruiva de franjão, que é minha mais recente paixão. Porran, lindimais.

(a outra que idealiza beleza pegando uma modelo de olhão gigante capa da elle nos anos 60 e o outro exemplo é a lindona da adele. a arte de querer o intangível e se negar muito, voilá. )

Adele chega lá com o cabelo, mas que tamanho de unha HORRENDO é esse?
jeann shrimpton era linda de morrer assim nos anos 60.

Pessoas que eu queria dar um jab, direto, cruzado, upper, hook, nocaute. BYE-BYE

Uma preguiça, tendente ao tamanho do universo, de quem é incapaz de reconhecer erros e segue em frente fingindo que tudo vai se ajeitar sozinho. Que acha que o mundo inteiro vai perdoar os atos egoístas, porque né, sempre foi assim.

Mas é assim, te explico, porque cheguei àquela velha conclusão aqui já explanada n vezes de que não tem nem porque brigar com pessoas. É separar o joio do trigo, pouco a pouco, com calma e cautela. Durante o processo, ir abaixando as expectativas, mas saber parar quando o baixo estiver atingindo níveis alarmantes da falta de confiança ou esperar o pior (erro já cometido), ai sim, cortando o mal pela raiz, sem muito drama, sem muita guerra.

Então, aos poucos, eu simplesmente espero menos de você. Conto menos com você. Quero menos estar ao seu lado. E olha, continuando nessa toada, quem perde é você, que me perderá de uma vez só. Porque eu já vou tendo, pouco a pouco, só pedacinhos suportáveis de você.

ass: bitter bitch.

ps: o “querido blog” hoje recebe palavras que eu nunca teria coragem de contar pra ninguém e pra pessoa. e não, tt, você vir me perguntar depois quem é não vai encontrar resposta. não é nem gatinha mistério, é serviço de proteção à testemunhas.

ps2: haja agressividade em um post só.

Paz

Não acho bonito ser babaca. Sendo isso posto, explico: deletei meu orkut e twitter.

Orkut e twitter, vícios passados, foram, durante muito tempo, minha maior fonte de babaquice. Pior de tudo, 80% do tempo era por causa de futebol. Então não foi surpresa que minha mãe vidente ao ler meu status no facebook informando ao mundo quanto às contas deletadas (ainda há uma necessidade de ser pública), me perguntou se eu deletei por causa de futebol.

É, futebol.

Você talvez nem saiba, mas futebol é tipo, meu programa principal às quartas, quintas, sábados, domingos e vez ou outra, terças. Percebe ai que é quase a semana toda esperando por 90 minutos e mais 90 minutos? O que acontece é que, além do meu apreço natural pelo esporte, tenho uma paixão extra-terrena por um time. E ai do coitado (e sempre tem abusados infinitos) que se atreva a falar mal do Atlético. Respondo. E ai a pessoa responde.  E ai a babaquice ecoa.

Mas na real, prefiro não ser babaca. Prefiro não aguentar gente babaca. Tem o caso clássico de um amigo (?) que é daqueles que só acompanha futebol quando o time ganha (!) e que vira e volta vem falar do Galo. Um dia respondi coisa x. Ele respondeu com y. Ele foi babaca me chamando de mal comida. Fui babaca citando a namorada.  Ele me deletou da vida. PERALÁ. Chamar de mal comida pode mas dizer que a namorada não conhece Chiquititas não pode? Falar que eu sou má torcedora pode, por chamar galere de retardado de ir ao jogo depois de SEIS DERROTAS SEGUIDAS, mas chamar de má pagadora não pode?

Er. Eu disse que posso ser babaca. O futebol traz o que há de pior em mim.  O futebol e o BBB, porque, neguinho, o que eu já levei de unfollow por dizer minhas opiniões sobre BBB…

E na real, por mais que o Atlético seja amor maior da minha vida e BBB seja um entretenimento que só importe por 4 meses do ano e mesmo assim, nem isso, prefiro não brigar.

É o fim da era orkut/twitter.

Agora eu vou viver em paz.

Ou não. Tô sempre ai pra brigar em outras redes socias ou na vida real.

Blink if you want me.

Minha irmã, 4 anos mais nova, sempre tem um rapaz no bolso. É tipo, fato consumado desde que ela tem uns 14 anos. Se não tem nenhum no momento, ainda assim tem uma reserva de mercado guardadinha pra ela, um próximo sendo engatilhado pelo destino. Uma vez ela pegou um garotinho na escola e tava lá andando no corredor quando uma garota que ela nem conhecia esbarrou nela e disse “você pegou fulano? Porra, você tem as manhas”.

Pois então, desde o dia em questão, é sabido e notório que ela tem as manhas. Não, ela não é uma serial relashionship freak, benza Deus. Ela terminou o último – e único – namoro, tem um ano e meio e desde então está solteira. Mas ó, sozinha, nunca.

Enfim, esse é o contexto do caso em questão.

Minha irmã entra no carro e conta o caso de uma amiga que, depois de duas semanas ficando com um cara x, tá tendo surtos de excesso de intimidade e já tá pensando em terminar. Ai ela comenta “cara, fala que alguém que se comporta assim não merece ficar sozinha, né? A gente não.”

Foco no “a gente”, no sentido de nós, incluindo eu e ela. AONDE que eu posso ser nivelada junto a ela? E ela continua: “duas semanas, Lili, duas semanas! Nem a gente é assim!”.

Tá lá o “a gente” de novo. Nivelando uma pessoa tem uma vida sentimental que dá de mil na minha e sabe lidar com homem com até certa maturidade e… eu.

O que me remete a uma amiga que casou em dezembro do ano passado.  Na despedida de solteira, depois de algumas taças de champange, com a sua ~varinha de condão~, ia de amiga em amiga dizendo quanto tempo cada uma ficaria ainda solteira antes de casar. Quando chegou em mim, foi incisiva “2 anos, tempo de arranjar alguém, namorar, noivar e casar”. DOIS ANOS Q. E ainda emendou “porque a Alice não é do tipo que fica sem ninguém”.

ALÔ, UNIVERSO, QQISSO.

Não conheço ser mais pega ninguém que eu. Não há, ó gente, ó não, zerola na vida maior do que eu. E enquanto isso amiga e irmã insistem em achar que não. Ok, tem quem saiba da minha triste realidade, mas vou te contar que tô mandando a mensagem errada pro mundo. Ou a certa, só que sem ser devidamente recompensada com a concretização.

Enfim.

Tratar recompensas aqui.

20

eu queria ler um livro.

e isso estava se tornando quase impossível. eu olhava e olhava a montanha de livros que tem aqui em casa e nada chamava meu nome. nada berrava “alice, final de agosto de 2011”, ou “justamente tudo o que você mais quer ler, agora”. eu fui em livrarias. fui em livrarias disposta a gastar rios e fortunas de dinheiro. passei horas em livrarias. li capas e contracapas. fiquei tentada a comprar um livro sobre a jane austen escrita para adolescentes, mas decidi que amor de verdade não precisa ser sem critério.

daí a vida, de meios misteriosos ~já leu “o segredo”?~ *inside comigo mesma*, começou a parecer um capítulo de malhação. na ida à são paulo a gol não pôs a revista no meu acento e eu fiquei espiando ela enquanto o cara do lado folheava. cara, nunca quis tanto ler uma revista de avião. primeiro que a capa era a preta gil, e tenho todo um fraco à gordinhas que podem muito e casam bem. sei lá, uma identificação toda própria da minha baixa auto-estima, não importa quanto regime eu faça e quão mais magra eu fique. nas próximas páginas, tinha uma reportagem sobre os mercados públicos do brasil. e tinha duas páginas, todinhas, sobre um dos amores que eu tenho nessa belo horizonte, o mercado central, seus canastras, doce de leites e cachaças. amo tanto. must read. e o sujeito do meu lado, não ia lendo as reportagens. como numa tática malvada do universo, ele folheava, lentamente, mas rápido o suficiente pra mudar de página antes que eu atingisse qualquer número significativo de linhas. a próxima reportagem foi sobre a década de 20. e eu pensei ~Q?~. década de 20?

esse era o universo trabalhando de modos inimagináveis, caro leitor – aí sim-  imaginário.

depois, no sábado, trêeeees dias depois, li o jornal inteirinho enquanto esperava a mãe de uma amiga no aeroporto. não, colegs. o cara do post abaixo NÃO DEU NEM SINAL. o universo é best na literatura, no romance não. AINDA NÃO, AO MENOS. mas enfim, tava lá lendo o jornal com uma atenção inexistente quando me salta aos olhos ~DÉCADA DE 20~. PORRAN! você ai de novo, década? década em que nenhum avô meu nasceu, apesar do meu avô paterno ser de 17 – todos os outros nasceram depois de 1930. década não perdida, mas primórdio da crise. década do café com leite, década sem nenhuma guerra, década das melindrosas, meu Deus, eu não sei nada da década de 30, metade aqui são nãos e nenhumas. lí a reportagem. a reportagem dizia que o mundo (na verdade, os estados unidos) estavam fascinados com a década de 20. que tinha livro, que tinha filme, que tinha tudo. tinha lá sobre um livro, lançamento do lançamento, sobre o hemingway e a primeira mulher dele. descrevendo a década de 20 e as roupinhas e os pensamentos e o casamento da uma moça virgem de 28 anos (uhuuuuu) e um garotinho de 21 (double uhuuuuuu). MUST READ.

e aí, o resto é resto. o livro se matearilizou nas minhas mãos e eu concordo o jornal, MATARAM O TÍTULO DO LIVRO NA TRADUÇÃO. de “the paris wife” (a esposa de paris), foram pro ridículo CASADOS EM PARIS, mas que merda qqisso.

no vôo de volta eu li várias páginas do livro e fui me apaixonando. e mais que isso, pude enfim ler as reportagens toda da revista do avião. OBRIGADA AI, TRIPULAÇÃO DA GOL, POR ME PERMITIR REALIZAR VONTADES.

o trem é o seguinte: TÔ APAIXONADA PELA DÉCADA DE 20.

abaixo, o casamento, QUE NEM FOI EM PARIS.

 

 

la trama y el desenlace

eu queria um dia a mais, porque de repente me falta tempo. mas provavelmente ainda faltaria, porque ando muito desorganizada com tudo. tô meio que me tapeando e sabendo que estou. não é nem exatamente uma auto-sabotagem. é mais uma tentativa de auto-engano.

tanta coisa tem me acontecido que eu não tenho tido tempo pra processar, nem sofrer direito ou comemorar em excesso qualquer derrota ou vitória.

ainda bem que a vida guarda lá das suas surpresas, tipo achar uma caixa cheinha de cartas de uma  pessoa que você já tinha até esquecido que tinha feito parte da sua história, achar ele no facebook e tcharam, marcar de ver ele sábado. 10 anos depois.

de repente um crush de adolescência reaparece, mas ó, o facebook me contou que tá namorando  com uma menina de 19. socorro.

ps: drexler, esse lindo. vem n´ mim rock´n rio!