This is ourselves

Ok. Não sei se é o tanto de doce de leite ingerido, ou simplesmente o céu azul, os filmes assistidos, o livro que me faz tão feliz e eu não consigo largar, os passeios de bicicleta, o sol no rosto, os cachorrinhos bebês *que me deram carrapatos de presente*, uma cama enorme inteira só para mim, a sensação de liberdade, o tempo pulando corda… mas tô feliz.

Aquele tipo de felicidade que não é ligado à planos futuros, outra pessoa ou uma condição específica. Felicidade local, total, da sensação de paz, da tranqüilidade, da vida devagar e do pensamento em ordem.

Toda noite, entretanto, eu tô tendo sonhos ruins, que variam de pesadelos a sonhos simplesmente muito intensos. Num eu era a verdadeira Alice do País das Maravilhas, caído por um túnel. Surreal. Noutro eu fazia coisas que não faria, te lo juro.

Então funciona mais ou menos assim, enquanto gozo de uma tranqüilidade incomensurável acordada, tenho noites atribuladas. Mesmo assim, são tempos aprazíveis para as Alices. Porque mesmo depois dos sonhos ruins, consigo acordar e sonhar de novo, coisa boa. E acordar bem.  Não é assim que a vida deveria ser?

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