Any less, either.

Tenho saudades de quando todo plano virava sonho.  E de quando a concretização dava aquele frio na barriga, que era ansiosamente esperado. Saudades de quando as coisas aconteciam não por escolhas, mas porque era o andamento.  E de quando o inesperado era o mais fantástico. tenho saudades de quando o futuro era distante, não presente.  Saudades de uma época na qual onde eu ia estar em um ano era circunstância, não vida. Que eu tinha tempo de não ser responsável por mim mesma, que as pessoas ficavam admiradas com a minha idade, em um sentido que eu era muito nova pra tanta vida. Tenho saudades de ter e ser quem eu era e tinha.

Tem um grupo no facebook que eu fazia parte até agora (daí saquei que era muito anti-profissional da minha parte e saí – meu Deus, eu tô tomando decisões profissionais quanto à redes sociais, socorro): “everyone I know is getting married or pregnant, I´m just getting drunk”. Não faço mais parte, mas a máxima segue.

Pode ficar mais nova ao invés de ficar mais velha, por favor? Ao invés de 27, quero fazer  25 anos. E os 28 virarão 24, os 29, 23 e quando chegar aos 30, serei uma de 22 recém formada e indo fazer mochilão na Europa.  Pode, mãe?

todos que eu conheço estão se casando ou engravidando. eu só estou ficando bêbada.

ps: Olho nos meus lindos pontos na testa, me deixando com uma cicatriz puro charme harry potterano. Mais velha, nem por isso com mais equilíbrio.

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