she was awkward

 

talvez meu nível de identificação com essa tirinha seja preocupante, afinal de contas, picking on someone não deveria ser flerte. o detalhe maior é que se a reciproca ocorresse, eu provavelmente acharia a pessoa apenas irritante, não charmosa e agradável. a máxima maior da vida não é fazer aos outros o que você gostaria que fizessem com você?

pensando assim, não é que faz sentido meus flertes não funcionarem? não que eu seja sempre assim, porque não sou, mas da última vez fui. da penúltima eu tentei ser uma alice mais inteligente e divertida, mas nessa essa alice culturalmente rica e com tendências hipsters nem vingaria. não se aprecia, no caso, o cool e descolado. mas daí a pessoa (eu) vai lá e escolhe vestir o lado mais infantil da personalide. voi lá. eis aqui a falta de charme. então não é de se estranhar que ele se considere meu amigão. que nem daquela vez que o que eu tinha em comum com o cara era meu lado pastelão. e da vez infinita e que a gente funcionava, na cabeça dele, tão infinitamente melhor como amigos, que ele tentava engessar a relação.

a parte mais bizarra da situação em si é que eu não sou legal, eu tava era dando mole mesmo. eu nunca sou tão dedicada, divertida e atenciosa com pessoas que eu não me interesso. eis ali o melhor de mim. e sempre subaproveitado. ê-lelê.

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