Eu sei, je sais.

Eu fico me perguntando se eu tivesse mandando aquela  mensagem, tempos atrás, se teria feito alguma diferença no agora dele. Mas daí eu me lembro que eu não tenho nada a ver com isso e que se não somos amigos, a culpa é dele. E a perda é dele. Não vale a pena em tantos infinitos sentidos que a errada sou eu de, no meio do meu rancor, e riso recalcado de” rá, tudo sempre vai dar errado, seu idiota”, encontrar toda essa dó que sinto dele e querer ajudar. Tenho que parar com essa vocação de mártir.

Daí me lembro também que eu não posso ser amiga de mais ninguém. Que eu tenho esses olhos e essa voz de “fala que eu te escuto” que suga confidências alheias e que eu não quero mais isso, tá entendo? Não quero. Não me conta nada. NÃO QUERO SABER DE NADA. Não vim no mundo pra fazer amigos.

(é que eu quero ser muito mais do que só isso).

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