Pra eles, o outro lado

Babi, sendo essa meu carro, furou o pneu. Vê se pode, um carro com um mês e pouco de vida já com pneu furado. Tentei fazer uma guilt trip na qual eu era uma má mãe por permitir que tal coisa acontecesse com a minha filha, mas a culpa passa mais pelas chuvas e pelo mal pavimento de Belo Horizonte. Ai eis a questão, como trocar o pneu?

Pra minha sorte, namorado da mamãe tá em casa e tentei responsabilizá-lo da ação. Queria chegar em casa e o pneu estar magicamente trocado, não ia ser lindo? Fica a torcida.

Acho que passou a onda loser desse início de dezembro, porque acordei hoje sem grandes tragédias. A história é mais ou menos assim: ainda tô com muita dor de cabeça, o que pode ser qualquer coisa, tipo um tumor cerebral… ou bem como uma dependência bizarra de tylenol, que segundo EU me gerou uma dor de cabeça crônica (minha versão para essa dor que não me larga). Parei de tomar o remédio e a cabeça doeu, non stop, o fim de semana inteiro. Não conseguia dormir ontem a noite de jeito nenhum, de tanta dor, então tomei neosaldina (e não o tyleonol dos diabos) e dormi feito um anjo. Talvez sejam os efeitos de ter drogas de novo no meu corpo (sim, to aqui viciadona em paracetamol), mas acho que tá tudo bem.

Assim, não tenho dinheiro e tenho dívidas, minha mochila nova já tá toda fudida, tenho que dar um jeito de trocar ela, mas acho que a Kalunga vai ser best e facilitar a troca. Pneu de carro fura, não é minha culpa…  e de qualquer jeito, e natal tá ai, né? Vai ficar tudo bem.

No mais, fiquei no facebook até tarde (enquanto o remédio não fazia efeito) e constatei que TODO mundo tá casando em DC. No facebook da colombiana louca que morou comigo tem uns 10 álbuns de casamentos diferentes, sem contar na galere que tá noiva. Só agradeci a Deus do Brian ter saído daquela cidade que eu não dava conta do meu amor eterno – e puro – na onda de casamentos não. Eu não estar lá é um plus também, porque CERTEZA que eu ia ser a mais encalhada da festa, papel que exerço já em terras brasileiras.

Falando de casamento, conviver com uma das minhas chefes me trouxe pra dimensão brasileira do TÁ TODO MUNDO CASANDO. Isso que ela tem 29 anos e TODO fim de semana ela tem pelo menos um casamento (a começar com o dela, que foi na minha primeira semana de trabalho aqui).  Eu tenho 26, quase 27. OLHA A PRESSÃO, NOIVO CADÊ?

Ai, quem eu quero enganar. Tenho condições nem de manter vida de carro, laptop, mochila, IMAGINA se vou casar.

ps: a quem possa interessar, faz mais de 8 horas que eu tomei o remédio, isso não são drogas, é somente psicose própria.

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