E vai ver, tem que ser.

Maria Tereza reclamou que eu não posto mais no blog depois que reativei meu twitter. Na hora eu até concordei, já que tudo que viraria post, em tese, viram 140 caracteres curtos e, devido ao tamanho, com desculpas suficientes pra qualquer mistério que eu bem entender fazer. Mas daí eu fui pensar que desde terça passada eu não vinha trabalhar, e essa vida de come-dorme (e morre um pouquinho) de gente enferma eu não tinha muito o que postar.

Você acha que tem tempo livre na doença, mas geralmente fica mais preocupada com a dor de cabeça latejante do que com as desaventuras de um coração sempre partido. Mas ó, sobrevivi. Tô aqui, de boaça, no trabalho… o que me traz pra 2012.

Além de faltarem 11 dias para o ano que o mundo, supostamente, vai acabar, eu tenho 11 dias pra entrar com o pé certo. De 2010 pra 2011 eu passei nas areias de Copacabana, mas bem me lembro que indo pra Copa minhas havaianas arrebentaram e eu tive que andar DESCALÇA por aquelas ruas NOJENTAS. Mas daí comprei uma sandália ortopédica HORRENDA, no único lugar aberto que vendia calçados às 10 da noite do dia 31 de dezembro na praia de Copacabana e passei o ano novo sem pegar nenhuma doença nojenta.

Mas assim, tomando o todo pelo todo, 2011 foi um ano danado de bom. Mesmo com a sinusite no final e a falta total e completa de capacidade generalizada da nação. Fiz muita coisa, mudei muita coisa e bobeando, nunca antes na história desse país, fui tão bem sucedida em áreas múltiplas. Então, vem 2012.

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