My love is like a river.

Num 2012 no qual minha modalidade favorita tem sido guardar rancor à distância, esse 7 de janeiro me surpreendeu. Tenho repetido, mentalmente, vezes e vezes, aqueles clichês de gente auto-determinada em ser ~~forte~~, “não ter como prioridade quem me tem como opção”, “não fazer esforço por quem não faz por mim”, essas frases básicas para me auto-convencer a fazer pouco esforço por quem não tenta muito me ter por perto. Ontem fui dormir me dizendo esse tipo de coisa, já que, sexta-feira, eu e São Paulo e os meus motivos de ter vindo mais cedo optaram por não me ver.

“Optaram” é equivalente a ter programa melhor do que me ver, ou ter programa e não me incluir, tendo em vista que não sou daqui. Passei a noite assistindo todos os episódios de Revange, e menina, qqisso. Inspirou ainda mais minha vontade de ser ~~~bélica~~~.

Mas cara, meu coração é de manteiga e meu amor, uma vez ganho, tende à uma fidelidade impressionante. Tô aqui dobrada, apaixonada, amaaaando meus “irmãos” de Argentina. Um dia todo de risos, memórias, futuros e confiança. Cinco anos e meio depois, tudo faz sentido, tudo dá liga. A afinidade é impressionante e o carinho é enorme. Sou uma bobona, sei nem guardar rancor direito. Revange doesn´t sound to be my game.

* Das épocas que trânsitava mais por São Paulo, nunca fui tão feliz e segura quanto ao lado dos meus amigos. Amor de verdade. Te lo juro.

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