por causa de mim

após o último post eu passei longas horas exuberantemente auto centrada, lendo as 20 páginas de cada relatório sobre mim. depois de uma análise profunda dos meus próprios valores (oi teste capricho), acredito que da primeira vez eu estava em um momento de auto afirmação muito grande, por uma necessidade mesma de recolocação própria no mundo. estava revendo todo meu modelo mental de quem eu era e onde eu ia, então minhas respostas tenderam a exageradas e expunham limitações e traumas, como a necessidade de feedback positivo extremada (sim, sou carente no ambiente de trabalho) ou de me afirmar como uma pessoa muito genuinamente preocupada com os outros e super amiga. se o facet for de fato uma ciência exata, acho que sou mais a segunda mesmo.

mas é difícil imaginar que você responda coisas, sem ser por ações na hora h, sem que você mostre quem gostaria de ser, e não quem é. a nossa visão própria não necessariamente corresponde ao que somos, e nem mesmo nossas atitudes pensadas são equivalentes às reais.

e mesmo assim, não necessariamente o que demonstramos reflete o que sentimos. pareço excessivamente dramática de quando em muito, mas a realidade é que raramente corto os pulsos e fico realmente mal com as coisas. se fosse perguntar aos meus amigos, diriam que sou uma pessoa extra emotiva, mas a grande realidade é que só tenho esse dom de ser assim, reclamona (de fato meu coração é pedra – de gelo. é duro, mas vive derretendo e basta cair que quebra). :p

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