E lá se foi a mordomia

“Então, gente, meu pai não é mais rico”.

Eu sei que essa frase é babaquíssima, mas é a realidade, ele não é rico mais. Não que já tenha sido, serei sincera. Mas nunca faltou nada, aliás, sobrou. Tanto que eu fiz o que fiz, fui onde fui, tenho o que tenho e moro o que moro. E mais que isso, sou o que sou.

Só que ai rolou, também, o que rolou, e depois da longa época de bonança, temos um período de estiagem. E essa sou eu aqui contando que estou lidando com os problemas de dinheiro que a maior parte das pessoas lida. O fato de eu saber isso me impede de ter uma postura de “ó vida, como isso pode estar acontecendo logo comigo?”, e acaba me obrigando a arregaçar as mangas e contas as moedinhas pras contas fecharem.

Pela primeira vez na vida tenho que ajudar em casa, o que nem acaba pesando tanto assim no meu orçamento.  A grande realidade é que eu tenho casa, comida, roupa lavada e carro, vou reclamar mesmo de passar para minha mãe meu cartão alimentação?

Mas ser eu, pela primeira vez, que arco com despesas que nunca lidei acabou gerando uma perspectiva maior sobre as coisas. A dentista, a mesma desde os 7 anos, custa uma grandíssima fortuna e vai pesar muitíssimo meu orçamento esse mês, isso por uma troca de resina  e uma limpeza.

Mas tudo bem. “Essa é a vida de gente normal”, num auto-consolo fazendo contas com o salário que acabou de cair na  minha conta.

ps: tô numa mania danada de começar tudo quanto é post com frase.

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