Dia dos pais

Talvez o maior sinal de que crescemos é o dia percebemos que nossos pais são humanos. Que eles erram, que tem defeitos, que querem coisas diferentes que as que acreditamos que seria melhor. É meio a quebra de um encanto, porque durante a maior parte da nossa adolescência/infância (ou seja, a maior parte da minha vida até agora) a gente tem esses heróis perfeitos, moldes de como o mundo é/deveria ser. Um dia você vai crescendo e as expectativas vão caindo e você vai aprendendo que seus pais “são assim”, “são assado” e apesar de não serem os melhores pais do mundo (pais de filme, de TV, de cinema), são eles que te possibilitaram ser qualquer coisa que você seja.

Meu pai tem um quadrizilhão de imperfeições e posso citar todas elas de cabeça. Mas no final das contas, ano passado aprendi que prefiro quase qualquer porrada na vida do que ter que imaginar uma vida sem ele. E sem minha mãe também.

Então celebremos, apesar de tudo, esse tipo de amor que é o maior do mundo. Esse amor que ama  humanos, imperfeitos e reais. Porque se o amor existe, foram eles que te ensinaram.

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