Except everything you did and what was left after that too

Quando eu era criança, entrava na roda das pessoas rebatendo bola e ficava sorrateiramente perto de alguém fominha, porque ai a bola nunca chegava em mim. Duma vida de auto-sabotagem crônica, dava eu ali o ponto de partida.

Assistir as coisas de longe sempre me pareceu bem mais seguro.  A arte de não jogar com a vantagem de não se machucar. Eu sei, eu sei. Em tese a “emoção” do momento compensa o risco. Quanto maior o risco, mais altos os lucros.

Mas quanto mais alto se vai, maior o tombo.

E AI, COLEGAS DA NAÇÃO BRASILEIRA, ME CONTEM UMA COISA: fiquemos com um eterno não agir ou vamos logo meter os peitos e tem a coragem pra jogar esse joguinho (que devido à anos de omissão, sou patinha)???

 

ps: eu sei. Jogo é jogo e treino é treino. Num sentido básico de ver a vida como treino, aberto ao erro, pra na hora do jogo, enfim, estar pronta. Tenho a resposta. Só falta ligar o botãozinho (que tá escondido em várias camadas) de quem “e daíiiiii se der erraaaado, não vou morrer com isso).

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