“STOP NOW!”, you´ll say.

Funciona mais ou menos assim: um cara, por razões que nunca saberemos ou entenderemos, pira em mim. E fica ali, ao redor, tipo eu fico quando invento alguém na minha cabeça. Sendo o mais legal possível, fazendo o melhor possível para ter assunto sempre e no meio daquilo tudo, chamar para uma saída.

Mas também ocorre bem assim: ele não é quem eu quero. E isso meio que basta para que, apesar de estar bem ali, não seja opção concreta. Não é inteligente o suficiente, é nerd demais, gagueja quando conversa comigo ou qualquer motivo bem babaca que eu arranjo, não conscientemente, para não dar chance à coisa nenhuma.

Aí passa um tempinho e o infeliz (porém finalmente feliz) arranja uma namorada. E ela sempre é bacana. Sério. Sempre ótima. Sempre meninas bonitas, legais e normais (assim, dado que ninguém é realmente perfeito). Daí, como a pessoa ridícula (RIDÍCULAAAAAM) que sou, eu frito. FRITO. Tipo, fico louca comigo.

COMOÉQUEUNÃOAPROVEITEIAQUELECARAÓTIMOQUETAVABEMALI, bem assim tudo junto e confuso. Mas como é mesmo que eu nunca considerei esse cara opção? E fico bem bolada. Bem bolada por eu ser essa JOÇA PRECONCEITUOSA E ROTULADORA, ALÉM DE AUTO SABOTADORA QUE NINGUÉM – E PRINCIPALMENTE EU – DÁ CONTA.

Tempos difíceis, não é? Já disse: difíceis.

Por um mundo em que eu seja menos ridículam.

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