Eu pego e te pisco, belisco, petisco, me arrisco e te enrosco.

Me deixa encher sua vida de poesia, música, barulho e cor? Se você deixar eu ponho rima e para não ficar muito brega, vario os sonetos com uns hakais modernistas, que olha, são de dar taquicardia e até mesmo falta de ar. Um pouco de roxo, lilás e rosa do seu lado ficam bem, você não acha? Eu acho que sim, você já disse que gosta das cores em mim. Ponho branco às vezes, é promessa. Deixa eu te mostrar as canções que me fazem pensar em você e te mostrar os versos exatos em que eu te juro, parece que tavam pensando na gente. Sério, olha esse aqui.  Eu quero muito te explicar o contexto político dessas letras do Chico, eu posso? É que a filha do general… Não é ruim, muito pelo contrário, que eu tenha citações e explicações de músicas, livros e poemas para um montão de coisas, não é? Essa intensidade toda que eu gosto do que eu gosto, te assusta? Desliga essa tv que eu quero conversar. Presta atenção só em mim.  E daí que eu rio muito alto, choro muito alto, falo muito alto se o importante é que eu suspiro baixinho? Deixa eu encher sua vida?

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