We can’t rewind, we’re locked in time

Num projeto aconteceu um erro de comunicação e como consequência, escopo e orçamento foram mal desenhados. Quando descoberto o buraco, a solução dele estourava o orçamento do projeto, mas propus que arcaríamos com metade dos custos, e a empresa parceira não aceitou e disse que faria tudo ela mesmo.

Daí a minha contraparte não tava me ligando mais, não mandava mais email e andava furando nos dias de reunião de monitoramento. Achei que a nossa relação tava saturada e que ela tava #chati fui perguntar pra equipe operacional: “ela tá muito brava comigo?”.

Fiquei sabendo que menina tá grávida, passando altos perreguens e quase não indo na empresa. Ou seja, ausência não tem nada a ver comigo, com o projeto, ou qualquer coisa assim.

Minha sensação que quase sempre eu tô levando as coisas pro pessoal mesmo.

Cadê aquela Alice moleca, Alice descolada*, aquela que recebeu alta na terapia… a que sabe que as pessoas não fazem nada contra a gente porque estão ocupadas demais vivendo a própria vida para ficarem pensando em como te magoar mais.

Estou precisando melhorar.

 

*O cérebro é tão forte que eu tinha escrito deslocada ao invés de descolada.

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