E acordei nesse mundo marginal

Outro dia minha tia tava aqui em casa e minha irmã a convenceu a nos explicar nossa nobre linhagem materna. Com muita confusão e sendo elaborada uma árvore genealógica com alcunhas ao invés de nome, tenho: um par de bisavós bravas, uma delas diretora de grupo escolar em uma épocas que mulheres não trabalhavam, um bisavô tropeiro, também padeiro e alfaiate, sendo que um dos casais de bisavó era irmãos de parte de pai (!!!) e vieram do Rio fugidos/escondidos para BH. O outro casal era mais simples. Ela era filha de um português com uma negra e o seu marido era filho de uma cigana adolescente comprada que se casou com o filho de um padre árabe (!!!), obviamente sem largar o hábito.

Pois é.

 

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