Then sing it on the long walk

No fim do ano passado escrevi um monte de meta pra 2016. Dentre várias, existia uma de “viver mais o feminismo”.

Pensei em criar uma conta no Medium e só escrever textão reflexivo do porque precisamos tanto de ser feminismo. Pegar todas essas notícias absurdas da vida e escrever o a+b de “mana, vamos entrar pra essa luta, olha como o mundo é”. Mas não o fiz.

O que eu fiz foi me envolver, ainda em fevereiro, com um grupo diverso de meninas atleticanas que decidiram escrever um manifesto contra ao desfile do uniforme esse ano (que tinha, mais um ano seguido, mulheres só com camisa e suas bundas de fora). Acontece que gente foi tão execrada, tão condenada, tão perseguida… que dali nasceu a sororidade mais incrível que já vivi.

Da adversidade veio a Grupa. Um montão de minas atleticanas que só querem tornar o futebol um ambiente melhor. Mais seguro, menos machista, menos homofóbico, menos racista.  Um monte de garotas diferentes que se valorizam e torcem juntas pro Galo.

Minha prática feminista agora tá colada numa das minhas maiores paixões, que é o Atlético. No fim das contas, cumpri uma das metas de ano novo.

E a grupa acabou sendo a coisa mais importante desse difícil 2016.

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