Se decidir bater asa

Eu não costumo emprestar livros. Se eu empresto, é porque eu acho que a pessoa precisa de ler aquilo pra ser melhor. Incrivelmente, quis a vida que dois dos meus livros favoritos fossem emprestados para pessoas com as quais rompi relações justamente quando elas aí da estavam com eles.

O primeiro caso foi ridículo. O cretino tinha emprestado o meu livro amado para outra garota e não tinha coragem de pedir se volta. A loca *eu* mandou depoimento no Orkut para pedir o livro. A menina tava em Porto Alegre e mandou por correios para Belo Horizonte. Meu Persepolis maravilhoso.

Já nesse caso de agora, meus livros lindos do Liners já estavam há anos com uma pessoa. Rompida a relação, pedi para uma amiga em comum pegar de volta. Demorou mais de um ano para vê-los retornarem.

Livro devolvido depois de briga dá uma sensação de orgulho recuperado. Nunca deixem seus livros pra trás, crianças.

Esse é meu conselho de hoje.

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