Pra te convencer que vale a pena se amar

Um trechinho do poema “Milionário do Sonho” da  Elisa Lucinda falando de cachinhos.

Achei lindo!

Tendo um cabelo tão bom, cheio de cacho em movimento, cheio de armação, emaranhado, crespura e bom comportamento,
grito bem alto, sim?

Qual foi o idiota que concluiu que meu cabelo é ruim?
Qual foi o otário, equivocado,
que decidiu estar errado o meu cabelo enrolado?
Ruim pra quê?
ruim pra quem?

Infeliz do povo que não sabe de onde vem
Pequeno é o povo que não se ama,
o povo que tem na grandeza da mistura
o preto, o índio, o branco, a farra das culturas
Pobre do povo que, sem estrutura, acaba crendo na loucura de ter que ser outro para ser alguém

Não vem que não tem,
com a palavra eu bato,
não apanho
Escuta essa, neném,
sou milionário do sonho

 

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

Escrevi outro texto. Farei o possível para postar toda terça-feira conteúdos sobre esses conceitos que se apresentam “confusos” nas pré-eleições. Me segue lá no medium, não sei se faz sentido ficar avisando aqui sempre.

“Esse tal de Direitos Humanos”

 

View at Medium.com

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s