Vivió aquella vez como si fuese última

Inspira.Expira.

Você não tem controle nenhum do que vai acontecer no mundo. Não tem plano de férias. De ir pra BH. De fazer passeios. De nada.

É só existir. Acordar todo dia e cumprir uma lista básica de afazares. De segunda a sexta no meu carderno com o nome da firma. Que tá acabando. Não tem como repor. Onde vai a lista?

Respira.

Sábado e domingo deveriamos limpar a casa. Já eu li um livro de 600 páginas entre sexta depois do expediente e domingo a noite. Teve um desses feriados que foram adiantados que eu virei a noite jogando videogame. E teve mil séries assistidas, maratonadas.

Inspira.
Expira.

Eu ligo pra minha mãe quase todo dia, mas fora ela e minha irmã, e incrivelmente, meu pai, não tô falando com muita gente. Acorda, trabalha, almoça, arruma cozinha, trabalha, lancha, vê tv e dorme. Segunda, terça, quarta, quinta e sexta.

Eu ouço música. Coloro aqueles livros velhos que saíram de moda e que na quarentena faz sentido terminar. Jogos joguinhos, leios livros e como. Como muito.

O namorado vira: porque não fazemos dieta?

Dieta na quarentena quando eu estou há segundos e a segundos de uma crise de ansiedade. É cada coisa que a gente escuta.

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