Paz, eu quero paz

Enquanto isso eu vim pra casa da minha mãe – o que consistiu em uma viagem de avião em plena pandemia. E haja colo, gato, cachorro, comida gostosa e chorinho ao despertar (não música, lágrimas mesmo). Ao mesmo tempo que eu trabalho muito, faço terapia e torturo a mim mesma e a ele.

Em tese estou disposta a tentar reconstruir. Mas será que tenho o suficiente para isso? Amor, luz, paz, confiança? Não quero viver sendo um poço de ranço, ciúmes e insegurança.

Ontem a noite apaguei as mensagens que a amante me mandou, cobertas de fotos e prints, evidenciando tudo ali. Apaguei porque já li mil vezes. Apaguei porque já era autotortura. Apaguei porque quero tentar seguir em frente.

Cansada.

Pergunto pra ele que garante que ele não vai fazer isso de novo. Ele responde que não quer passar por isso novamente. Então não é amor, luz, paz e confiança que vai fazer ele ser fiel a mim. É medo de passar de novo por isso.

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